quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Alegria, sucesso e muita saúde.
Hoje é um dia muito especial, pois foi nessa data que você veio ao
mundo.
Sou feliz por fazer parte da sua vida e poder neste dia lhe enviar um abraço bem carinhoso do tamanho da emoção que estou sentindo.
Que ele transmita toda a alegria que tenho por ver você assim, uma pessoa cheia de entusiasmo, coragem e otimismo.
Você merece muito mais que parabéns e o melhor presente que eu poderia
lhe dar hoje é sempre pedir ao nosso pai que lhe conduza por um caminho de paz e sua proteção nunca lhe falte e que você colha sempre os frutos mais saudáveis em todos os dias do seu viver.
Deus conhece cada um dos seus filhos e sabe que você é digno
de toda a felicidade que há nesse mundo.
Receba daquele que tanto lhe admira os votos de dias promissores,
cheio de realizações, alegria, sucesso e muita, muita saúde.
Feliz aniversário.
Sou feliz por fazer parte da sua vida e poder neste dia lhe enviar um abraço bem carinhoso do tamanho da emoção que estou sentindo.
Que ele transmita toda a alegria que tenho por ver você assim, uma pessoa cheia de entusiasmo, coragem e otimismo.
Você merece muito mais que parabéns e o melhor presente que eu poderia
lhe dar hoje é sempre pedir ao nosso pai que lhe conduza por um caminho de paz e sua proteção nunca lhe falte e que você colha sempre os frutos mais saudáveis em todos os dias do seu viver.
Deus conhece cada um dos seus filhos e sabe que você é digno
de toda a felicidade que há nesse mundo.
Receba daquele que tanto lhe admira os votos de dias promissores,
cheio de realizações, alegria, sucesso e muita, muita saúde.
Feliz aniversário.
Textos para reflexão
Apenas brincando
Quando eu estiver, no quarto, construindo um edifício de
blocos,
Por favor não diga que eu “estou apenas brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Sobre equilíbrio e forma.
Quando eu estiver bem vestido, arrumando a mesa, cuidando
do bebê,
Não tenha a ideia de que eu “estou apenas brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser uma mãe ou um pai.
Quando você me vir até meus cotovelos na pintura,
Ou ajeitando uma moldura, ou moldando e dando forma à
argila,
Por favor não me deixe ouvi-lo dizer que eu “estou apenas
brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou me expressando e sendo criativo.
Algum dia eu posso ser um artista ou um inventor.
Quando você me vir sentado em uma cadeira “lendo” para
uma audiência imaginária,
Por favor, não ria e não pense que eu “estou apenas
brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um professor.
Quando você me vir recolhendo insetos ou colocando coisas
que encontro no bolso,
Não os jogue fora como se eu “estivesse apenas
brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um cientista.
Quando você me vir montando um quebra-cabeça,
Por favor, não pense que estou desperdiçando tempo
“brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Estou aprendendo a concentrar-me e resolver problemas.
Algum dia eu posso ser um empresário.
Quando você me vir cozinhar ou provar comidas,
Por favor não pense que estou aproveitando, que é “só
para brincar”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo sobre os sentidos e as diferenças.
Algum dia eu posso ser um “chef”.
Quando você me vir aprendendo a saltar, pular, correr e
mover meu corpo,
Por favor não diga que eu “estou apenas brincando”.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo como meu corpo trabalha.
Algum dia eu posso ser um médico, uma enfermeira ou um atleta.
Quando você me perguntar o que fiz na escola hoje,
E eu responder: “Eu brinquei”.
Por favor não me entenda mal.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo apreciar e ser bem sucedido no
trabalho.
Eu estou preparando-me para o amanhã.
Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.
Anita Wadley
O Nó do Afeto
Em uma reunião de pais, numa Escola da periferia,
a Diretora ressaltava o apoio
que os pais devem dar aos filhos.
Pedia-lhes, também, que se fizessem
presentes o máximo de tempo possível.
Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela
comunidade trabalhassem fora,
deveriam achar um tempinho para se
dedicar e entender as crianças.
Mas a Diretora ficou muito surpresa quando um pai se
levantou e explicou, com seu jeito humilde,
que ele não tinha tempo
de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho
ainda estava dormindo.
Quando voltava do serviço era muito tarde e
o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover
o sustento da família. Mas ele contou, também,
que isso o deixava angustiado por não ter tempo
para o filho e que tentava se redimir
indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um
nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia
beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó,
sabia, através dele, que o pai
tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de
comunicação entre eles.
A Diretora ficou emocionada com aquela história singela e
emocionante. E ficou surpresa quando constatou
que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai
ou uma mãe se fazerem presentes ,
de se comunicarem com o filho.
Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente.
E o mais importante é
que o filho percebia, através do nó afetivo,
o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as
coisas e esquecemos o principal, que é
a comunicação através do sentimento.
Simples gestos como
um beijo e um nó na ponta do lençol,
valiam, para aquele filho, muito mais que
presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é
importante que eles saibam, que eles sintam isso.
Para que haja a comunicação,
é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso
coração, pois em matéria de afeto,
os sentimentos sempre falam
mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro
afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho,
o ciúme do bebê que roubou o colo,
o medo do escuro. A criança pode não entender o
significado de muitas palavras, mas sabe
registrar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó.
Um nó cheio de afeto e carinho.
E você... Já deu algum nó afetivo
no lençol do seu filho, hoje?
Autor: desconhecido
Em uma reunião de pais, numa Escola da periferia,
a Diretora ressaltava o apoio
que os pais devem dar aos filhos.
Pedia-lhes, também, que se fizessem
presentes o máximo de tempo possível.
Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela
comunidade trabalhassem fora,
deveriam achar um tempinho para se
dedicar e entender as crianças.
Mas a Diretora ficou muito surpresa quando um pai se
levantou e explicou, com seu jeito humilde,
que ele não tinha tempo
de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho
ainda estava dormindo.
Quando voltava do serviço era muito tarde e
o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover
o sustento da família. Mas ele contou, também,
que isso o deixava angustiado por não ter tempo
para o filho e que tentava se redimir
indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um
nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia
beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó,
sabia, através dele, que o pai
tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de
comunicação entre eles.
A Diretora ficou emocionada com aquela história singela e
emocionante. E ficou surpresa quando constatou
que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai
ou uma mãe se fazerem presentes ,
de se comunicarem com o filho.
Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente.
E o mais importante é
que o filho percebia, através do nó afetivo,
o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as
coisas e esquecemos o principal, que é
a comunicação através do sentimento.
Simples gestos como
um beijo e um nó na ponta do lençol,
valiam, para aquele filho, muito mais que
presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é
importante que eles saibam, que eles sintam isso.
Para que haja a comunicação,
é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso
coração, pois em matéria de afeto,
os sentimentos sempre falam
mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro
afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho,
o ciúme do bebê que roubou o colo,
o medo do escuro. A criança pode não entender o
significado de muitas palavras, mas sabe
registrar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó.
Um nó cheio de afeto e carinho.
E você... Já deu algum nó afetivo
no lençol do seu filho, hoje?
Autor: desconhecido
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Precisamos nos conscientizar sobre a diversidade, sobre o que pode ser preconceito com outras identidades de gênero. Se você não está enquadrado como macho ou fêmea, se você não é o homem machão, ou se você não é a mulher feminilizada será descriminado pela nossa sociedade machista. As pessoas não precisam assumir uma identidade dentro dos padrões heterossexuais, toda essa coisa binária. Cada um tem a total liberdade para fazer o que quiser com o próprio corpo, sem influência do discurso médico ou religioso. Ninguém gosta de ser enquadrado, de receber um rótulo. Porque enquadrar é fixar, é matar.
(Texto baseado no vídeo CUCETA - A Cultura Queer de Solange Tô Aberta)
(Texto baseado no vídeo CUCETA - A Cultura Queer de Solange Tô Aberta)
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